sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Corrida


E agora corríamos pela rua abaixo.

A rua era cada vez mais estreita e esburacada e nós estávamos cheios de pressa, ansiosos por chegar.

Alguns iam caindo e pisados em seguida e não se levantavam mais.

A rua dava num portão, que ia se abrindo à medida da nossa proximidade.

Dali saiu um homem bem vestido nos mandando parar com uma mão no ar. E em seguida nos deixou entrar.

Aparentemente, nada obstava nossa entrada. O homem queria ser quem mandava entrar, simplesmente.

1 comentário:

  1. Olá. Muito bom,meu amigo. Gostei. Um grande abraço, sorte, luz e literatura, sempre!

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